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05DezembroEm março [ ERRO ] "Ainda estamos na trilha. Em breve, chegaremos com nossas mochilas e relatos."
Postado em: 05/12/2012 Postado por: Na FronteiraPREPARE-SE! Em /// março /// [ breve ] de 2012, o Blog Rumos começará uma nova jornada. Mais longínqua. Mais perigosa. Mais emocionante. Em breve, a verdadeira AVENTURA - a revista NA FRONTEIRA.
As cobras mais venenosas do Brasil - e do mundo.
Postado em: 26/11/2011 Postado por: Na Fronteira - Redação Rumos

AS SERPENTES são animais muitíssimo perigosos devido ao veneno que carregam. Independente de terem um ou vários metros de comprimento, uma única picada de uma dessas criaturas pode ser tão ou muitas vezes mais letal do que o ataque voraz de um grande carnívoro.
Para se ter uma ideia, as 3 cobras mais perigosas do Brasil – da 3ª para a 1ª – são: a surucucu-pico-de-jaca (a maior cobra venenosa da América do Sul, com mais de 3 metros, e que os interioranos dizem ser tão mortal que “morde e sai da frente que é para a vítima não cair em cima”), a cascavel (famosa pelo seu peculiar chocalho, deixa cicatrizes permanentes no local da mordida) e a coral-verdadeira (o veneno dessa serpente se espalha rapidamente no corpo da vítima. Rara, é responsável por apenas 1% dos acidentes no país).
Já as 3 cobras terrestres mais venenosas do mundo, por incrível que pareça, conseguem deixar as brasileiras bem para trás – a coral entra em 10º nessa lista mundial. A terceira do planeta é a krait malasiana, que vive no sudeste asiático e na Indonésia (mesmo com o soro, 50% das mordidas dessa serpente são mortais), a segunda é a australiana cobra-marrom (da qual uma única gota do veneno pode matar uma pessoa) e, em primeiro lugar, está a Taipan-do-interior ou cobra-de-barriga-amarela (também só encontrada na Austrália, numa única picada pode inocular tal quantidade de veneno capaz de matar 100 homens ou 250 mil camundongos!). Agora, lembram-se do “terrestre”? A cobra mais perigosa do planeta está nas águas do sudeste asiático e do norte da Austrália. Trata-se da serpente-marinha-de-bico: apesar de dócil, apenas alguns miligramas de seu veneno podem matar até 1.000 pessoas adultas.

O quadrante foi um instrumento de navegação largamente utilizado que permitia determinar a distância percorrida pela embarcação por meio da observação da estrela Polar.
DESDE A ANTIGUIDADE, o Homem utiliza-se das estrelas para se orientar. Curiosamente, o livro de Gênesis, na Bíblia, diz num dos versículos acerca da criação do mundo: “Haja luzeiros [Deus falando] no firmamento dos céus (...) e sejam eles para sinais (...)”. Não fossem tais sinais e, com certeza, não haveríamos alcançado horizontes tão longínquos na Terra e no céu – a América ainda seria um continente a se descobrir e a Lua, um sonho deveras distante.
Dentre todas as constelações, duas, claramente, são as mais importantes. O Cruzeiro do Sul e a Ursa Menor – respectivamente, luzeiros do hemisfério sul e do hemisfério norte – há muito são os pontos de referência de diversos exploradores em suas buscas pelo mundo.
O Cruzeiro ou Crux, mesmo pequeno em tamanho, serve como indicador exato do pólo Sul: o eixo maior da cruz, prolongado 4 vezes e meia para sua extremidade “inferior”, define um ponto no céu do qual se pode traçar uma linha imaginária até a superfície. Aí, fica o sul (é importante não confundir o Cruzeiro com a chamada Falsa Cruz, pouco maior, porém menos brilhante). A identificação dos habitantes ao sul da linha do Equador com essa constelação é tão grande que, inúmeras vezes, ela é representada em bandeiras de países, estados e territórios austrais (Brasil e Nova Zelândia são exemplos).
Já a Ursa Menor possui, em seu conjunto, a mais importante estrela da porção setentrional do globo: a estrela Polar ou do Norte. Essa estrela é a mais brilhante desse grupo e fica na ponta da “cauda” da Ursa. A Polar se mantem fixa sobre o pólo Norte, servindo, portanto, para guiar a essa região (se a deixarmos simplesmente “cair” na direção do horizonte, o encontramos).



